sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Tragédias diluídas

 
A tragédia de Santa Maria nos mostra outras verdades, além de nossa fragilidade e a ridícula situação em que vivemos, principalmente por nos considerarmos "civilizados" e vivermos em uma época de avanços tecnológicos tão espetaculares.
Quando digo "nós" me refiro não apenas ao Brasil.
Em todo o mundo, em maior ou menor proporção, o ser humano regride em determinados conceitos, enquanto avança em outros e a maioria das pessoas não enxerga esta regressão.
A comoção gerada pela tragédia de Santa Maria mostra nosso parco senso da realidade.
A morte dos mais de 230 jovens chocou todo o país e repercutiu em quase todo o mundo.
A carga emocional da tragédia mostra como nós, seres humanos, nos deixamos nos levar mais pelos números que pela própria vida.
Analisando os dados sobre as mortes violentas de jovens no Brasil (entre 1 e 19 anos) podemos ver que em 2010 ocorreu uma "tragédia de Santa Maria" a cada três dias !
Foram cerca de 40 mil jovens que morreram de forma trágica, entre acidentes de trânsito, assassinatos e outros tipo de acidentes.
Estes números não levam em conta os suicídios e aqueles que morreram alguns dias após o acidente e, é claro, são números muito abaixo da realidade, pois boa parte dos acidentes de trabalho de menores não são devidamente documentados, por motivos óbvios.
Estes números não chocam o país.
Estes números não interessam à mídia.
Estes números não provocam mudanças.
A tragédia diária, servida de forma diluída, não deixa o gosto ruim da incompetência, da negligência, da corrupção e do despreparo.
Os velórios e os enterros, feitos um a um, não chamam a atenção da mídia e chocam apenas os parentes e os amigos das vítimas.
A dor, servida em pequenas doses, não provoca mudanças e não cria vilões ou heróis.

Foto: Airton

Vale a pena ver em tamanho maior !

http://www.flickr.com/photos/metalog/6107808742/sizes/l/in/set-72157627454907949/

 


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Serra, um homem do povo, sempre interagindo com a população paulistana !


sábado, 6 de outubro de 2012

Russomano e a Igreja Universal

Política e Religião : Um mistura indigesta

domingo, 9 de setembro de 2012



Um vídeo imperdível :

Josette Sheeran 

"Acabando agora com a fome"

(Legendado)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

"Aécio Neves bêbado como um gambá no Rio de Janeiro"
Este é o título do vídeo que está disponível no Liveleak
Vale a pena ver:



sexta-feira, 13 de julho de 2012

V.Ex.a. O Carangueijo

Diário Oficial diz que ciclistas não devem pedalar em SP !

O Diário Oficial do Estado (DOE), órgão de imprensa editado pelo Governo do Estado de São Paulo ( leia-se PSDB ), recomendou que ciclistas não usem a bicicleta para se locomover no trânsito da capital paulista. A recomendação faz parte de reportagem que saiu nesta quarta-feira com destaque na primeira página da publicação, intitulada "Mais ciclistas, mais acidentes"

 Alguém, por favor, avise o Sr. Governador Alckmin que não estamos no século XIX.


 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Presidente Dilma em São Bernardo

A presidente Dilma Rousseff desembarca do Helicóptero no campo de futebol do Centro Universitário da FEI, em São Bernardo do Campo, para participar da cerimônia de inauguração de (mais) uma unidade de UPA - Unidade de Pronto Atendimento, construida pelo Prefeito Luis Marinho.




segunda-feira, 7 de maio de 2012

quarta-feira, 13 de abril de 2011

                                    FHC ASSUME SEU LUGAR NA HISTÓRIA:

 "PSDB DEVE ESQUECER AS  MASSAS CARENTES E MAL-INFORMADAS, O POVÃO"

Na frase de abertura do programa do PSDB, lançado em 1988, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso anuncia que o partido nasce sob a proposta de estar "longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas". Em 2006, em carta aberta aos militantes tucanos, o presidente de honra do PSDB reforça a necessidade de "reatar os fios entre o partido e a sociedade" e recomenda a seus correligionários que busquem o diálogo com os sindicatos e movimentos populares. Neste ano, depois da terceira derrota seguida na disputa presidencial, Fernando Henrique adota um novo discurso e defende que o partido abandone a tentativa de influenciar as bases sociais, a quem chama de "povão" e de "massas carentes e pouco informadas" (Valor, 13-04).
(Carta Maior; 4º feira, 13/04/2011)